quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Engenheiro do Ambiente

ENGENHEIRO DO AMBIENTE      

Funções:
  • Supervisão e gestão de unidades de tratamento; avaliação de impactes ambientais;
  • Realização de auditorias ambientais; 
  • Gestão de recursos naturais; 
  • Elaboração de projectos nas áreas de tratamento de resíduos e gestão de recursos naturais; 
  • Desenvolvimento de actividades de controlo de poluição e gestão de recursos naturais; 
  • Participação e elaboração de projectos nas áreas de tratamento de resíduos e gestão de recursos naturais; 
  • Seguros ambientais; 
  • Colaboração em equipas de Investigação & Desenvolvimento; 
  • Ensino da educação ambiental; 
  • Aplicação da legislação ambiental; 
  • Apoio técnico em decisões ao nível local/regional; 
  • Gestão de áreas naturais;
  • Fiscalização.
Áreas de actuação:

Ambiente – Nesta área faz parte do trabalho do engenheiro, a análise do impacto provocado pelo Homem no meio ambiente e as alterações no equilíbrio ecológico. 

(Avalia, por exemplo, problemas causados pela poluição, desflorestação e pelas grandes obras)

Sanitária – É mais especializada e orienta-se para a resolução de problemas de saneamento básico, como a construção de sistemas de tratamento de esgotos e de redes de distribuição de água.

Requisitos: Sensibilidade ambiental, capacidade de adaptação às diferentes condições de trabalho

(exposição a fumos, odores, ruídos, etc.), polivalência, vocação para trabalhar em equipa e interesse por actividades de campo e pela contínua actualização de conhecimentos. É importante ter uma grande capacidade de análise, além de facilidade na comunicação oral e escrita. Ser persistente, para conseguir atingir os objectivos traçados.

Onde exercer: Administração central e local, associações de defesa do ambiente, reservas e parques nacionais, empresas de consultoria, indústrias e universidades.

Mercado de trabalho: A maior consciência ambiental que se observa nos dias de hoje, traz novas oportunidades a este profissional. As perspectivas de emprego são promissoras até porque, no contexto político, o ambiente tem sido uma prioridade. Assim, a criação de legislação específica
implica que exista fiscalização, ou seja, esta é uma área de trabalho a desenvolver.



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